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Missões: Abrangência, necessidade e objetivo.



(Boletim dominical de 13/04/2014 da Igreja Batista da Califórnia, Itabuna-BA)

“Ainda tenho outras ovelhas que não são deste aprisco; também me convém agregar estas, e elas ouvirão a minha voz, e haverá um rebanho e um Pastor.”
João 10.16 ACF

Estamos em campanha de Missões Mundiais, e como povo batista, somos convocados a essa tarefa da proclamação do Evangelho do Senhor Jesus às nações.
Todos os anos, através de empreitadas de levantamento de recursos para missões, somos desafiados à participação nesta obra. E ao mesmo tempo, alertados acerca da parte que nos cabe no que diz respeito à missão iniciada por Deus na eternidade, cumprida em Jesus na paixão, morte, ressurreição e ascenção; e passada à Igreja como proclamadora.
No texto da narrativa joanina, vemos a afirmação do Messias acerca do alcance que teriam as Boas Novas, e do efeito que essa Notícia Salvadora teria. E nos serve de desafio e motivação.

“Ainda tenho outras ovelhas que não são deste aprisco;” – Neste trecho é possível observar a abrangência da graça de Deus demonstrada no Evangelho, pois Jesus afirmara que não possuía somente ovelhas em Israel. Não era só para o povo da Antiga Aliança, mas para povos de toda língua, raça e nação que a Salvação de Deus viria. Tal fator é primordial para o entendimento da necessidade da igreja, como embaixada do Reino de Deus na Terra, de proclamar a preciosa Mensagem. Existem ovelhas preparadas por Deus para ouvir a voz do seu Pastor e segui-Lo, povos que precisam conhecer ao Redentor, adorá-Lo e serem arrebanhados por Ele. Todas as nações precisam ouvir que só Jesus é o Senhor.

“[...] também me convém agregar estas,” – No texto de João 10.16, Cristo nos mostra o alcance geográfico do Seu Reino (Todo o mundo), e logo imputa-nos a necessidade da obra. “[...] também me convém agregar estas,”; Temos neste registro a tarefa dada pelo Filho de Deus a seu povo: Contribuir na condução dessas ovelhas. Convém que Jesus conduza o rebanho que está desgarrado entre as nações como o bom pastor no Salmo 23 conduz o rebanho a pastos verdejantes. Mas como reconhecerão a voz do Pastor se não houver quem lhes pregue? E como pregarão se há quem vá ou envie? (Rm 14.10 – Paráfrase). Existem cerca de 3500 povos que nunca ouviram de Jesus, nações onde Deus não é adorado. E como Igreja, necessitamos com urgência anunciar o amor do nosso Noivo e perfeito Pastor.

“E elas ouvirão a minha voz” – Talvez alguém possa perguntar-se se é válido investir em missões, seja em vida, finanças e/ou oração. E a Palavra de Deus nos garante que vale muito a pena! Não sabemos quantas nem quais serão, contudo, a promessa garantida do próprio Jesus é que as ovelhas ouvirão a voz do Pastor. Este é nosso deleite! Temos na promessa, a nossa satisfação em saber que só precisamos semear (em contribuição, oração, proclamação); pois o resultado virá por parte do Soberano Pastor, que eficazmente chamará para si e convencerá (Jo 16.8), salvará e frutificará a vida de pessoas por todos os povos, transformando a realidade das nações, retirando pecadores do inferno e trazendo-os para a Sua maravilhosa luz.
A certeza de que Jesus Cristo tem poder para salvar deve sempre ser o combustível da igreja na contribuição à obra missionária. Somos instrumentos de transformação de vidas!

“e então haverá um rebanho e um pastor.” (ARA) – Deparamo-nos aqui com a recompensa por todo o empenho da igreja na tarefa de missões. O que norteia tudo e que é a razão de existirmos, servirmos... Aquilo que é simplesmente o centro e função de todas as coisas: A glória de Deus.
Quando fazemos missões, ajudamos no estabelecimento do domínio de Deus, pois anunciamos o Evangelho do Reino até que venha o fim (Mt 24.14) e contribuimos para que o rebanho perdido tenha um Pastor, afim de que Ele seja adorado em todos os cantos por todos os povos. Em orarmos por um missionário e salvação de vidas, em ofertarmos nas campanhas e irmos, está nossa ínfima, porém importante parcela de contribuição para que se cumpra a revelação que diz que “todas as nações virão e se prostrarão diante de Ti...” (Ap 15.4 - ARA).
Temos um grande desafio e não podemos recuar! Os campos estão brancos para a colheita. Façamos desta campanha um divisor de águas na história da nossa igreja e cumpramos a ordem de Jesus, para que por nós, a glória do Rei dos Reis seja manifestada.

Entremos em campo com Cristo, pelas nações!


Luan Almeida

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